terça-feira, 27 de março de 2012

Estímulos precoces ajudam no desenvolvimento de crianças com Síndrome de Down

Fisioterapeutas, fonoaudiólogos, neuropediatras, pedagogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais são fundamentais para o desenvolvimento intelectuais dos portadores

Nos últimos anos, ser diagnostica com Síndrome de Down deixou de ser uma sentença que determina o potencial de alguém.  Durante muito tempo a pessoa com Down foi vista como se fosse doente ou mesmo como uma eterna criança, uma relação social que dificultava, ou até impedia, que se desenvolvesse dentre suas potencialidades.

A Síndrome de Down não é uma doença, é uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21. Tal alteração afeta o desenvolvimento do indivíduo, determinando algumas características físicas e cognitivas. Contudo, hoje, com cada vez mais qualidade e expectativa de vida maior, portadores tem muito a comemorar. Isso porque os tratamentos das patologias associadas à síndrome têm feito grande diferença. Tendo em vista que pessoas com Down têm grandes chances de ter doenças como problemas cardíacos, hipotireoidismo, doença celíaca e leucemia.

Problemas de visão, audição e motores também se transformam em um obstáculo para o desenvolvimento e à aprendizagem, independentemente do atraso intelectual. Por isso o acompanhamento médico deve constante e a estimulação deve ser iniciada o quanto antes.

A equipe deve contar com fisioterapeutas, fonoaudiólogos, neuropediatras, pedagogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais. Através do tratamento multidisciplinar, estes profissionais ajudam aos portadores da síndrome a aprimorarem a dicção, a força muscular e a desenvolver outras habilidades.

É importante lembrar, no entanto, que todo o tratamento é importante, principalmente nos primeiros anos de vida, quando a criança desenvolve a capacidade de os neurônios formarem novas conexões, mas que o desenvolvimento do paciente vai depender de um conjunto de fatores, como, além do acompanhamento médico, a estimulação feita pela família e a doenças associadas, como o autismo, por exemplo.

terça-feira, 13 de março de 2012

Vilão X Mocinho


No último domingo (11) o São Paulo levou a melhor na disputa contra a Portuguesa e ganhou por 2 a 1. Vitória garantida no segundo tempo com um gol espetacular de Luiz Fabiano.  Mas não foi, exatamente, o extraordinário gol do Fabuloso que tomou as páginas dos jornais, sites e redes sociais, e sim a falta de brilho de Lucas.

O jogador de apenas 19 anos, que chegou ao clube aos 13 anos e em 2010 passou a fazer parte do elenco profissional do São Paulo, tem sido alvo de críticas públicas do técnico tricolor, Emerson Leão.

Tudo começou despois da vitória por 1 a 0 sobre o independente. Leão criticou Lucas por seu individualismo.  No Twitter, o craque rebateu “às vezes não entendo. Se parto pra cima eu estou errado, se toco de lado, também estou errado. Não sei mais o que faço”.

No domingo Lucas não apareceu tanto, todas as vezes que tocou na bola logo tratou de passa-la para frente. E recebeu nova crítica do técnico “no primeiro tempo, ele tocou quando poderia individualizar. Ele não foi o Lucas hoje (domingo) e, por isso, saiu”.

Essa queda de braço tem dividido opiniões, mesmo entre os são-paulinos. Há quem ache que o garoto está certo, e aqueles que acreditam que a experiência de Leão vale mais que caprichos de um garoto que está apenas começando no futebol.

Já até li na internet pessoas dizendo “Lucas não é craque”. O que, em minha opinião, não passa de inveja.

Sejamos francos, o Lucas é um excelente jogador. Desde 2010 só tem dado alegrias a torcida. E o que os torcedores fazem agora, momento em que ele mais precisa de apoio? Simplesmente esquecem tudo o que ele já fez pelo time.

É claro que também acho que o Lucas precisa amadurecer e aprender a encarar as críticas de modo que o ajude a crescer tanto como profissional quanto como pessoa. Mas pera lá gente, ele ainda é apenas um garoto. E vai aprender.

O que muitos têm mostrado é que há uma briga entre professor e aprendiz. O que não existe. Isso não tem que ser uma guerra. 

Em entrevista coletiva concedida hoje, Leão tentou por fim a polêmica. "Tudo que falei foi perante o grupo. Temos passado todos os dias dentro de um clima de confiança. É para isso que a comissão técnica serve. Quando se pensa diferente ou se faz algo diferente, a gente conversa e ajusta. O episódio se encerrou e a responsabilidade foi aumentada. Basta ver o noticiário dos últimos dias, só se falou nisso, o que mostra a importância que o Lucas tem para o nosso grupo", afirmou o treinador.


sexta-feira, 9 de março de 2012

Sim, você pode!!

Suponha que alguém lhe deu uma caneta. Você não pode ver quanta tinta tem. Pode secar logo depois das primeiras palavras ou durar o suficiente para você criar uma bela obra (ou diversas); que durasse para sempre. 

A regra do jogo não obriga você a fazer qualquer coisa. Você pode, ao invés de usar a caneta, deixá-la em uma prateleira ou em uma gaveta onde secasse sem ser utilizada. Mas se você decidisse usar, o que você faria? Como você jogaria esse jogo?

Você iria planejar e planejar antes de escrever cada palavra? Seus planos seriam tão extensos que você nunca começaria?

Ou você colocaria a caneta na mão e simplesmente escreveria, esforçando-se para prosseguir com um monte de palavras?

Você escreveria com cuidado, como se a caneta secasse no momento seguinte, ou você fingiria ou acreditaria que a caneta escreverá para sempre?


E sobre o que você escreveria: sobre amor? Ódio? Divertimento? Miséria? Vida? Morte? Nada? Tudo? Você escreveria sobre si mesmo? Ou sobre os outros? Ou sobre si mesmo?

Suas letras seriam trêmulas e tímidas ou brilhante e realçada? Enfeitadas ou simples? Você escreveria mesmo? Uma vez que você tem a caneta, nenhuma regra diz que você tem que escrever. Você rascunharia? Borrões ou desenhos?

Você permaneceria nas linhas, ou não veria nenhuma linha, mesmo se estivessem lá? Há muito o que pensar sobre isso, não é?


Agora, suponha que alguém lhe deu uma vida...





quinta-feira, 8 de março de 2012

Who run the world?

8 de março: dia internacional da Mulher 

Ângela Merkel, Dilma Rousseff, Hillary Clinton, Oprah Winfrey. Essas são algumas das mulheres mais influentes do mundo. No entanto, poderíamos passar horas e horas aqui citando nomes de mulheres importantes, guerreiras e vitoriosas: a dona Lourdes, a dona Joana, a dona Maria. Todas essas mulheres que vivem no século XXI, mas que ainda esforçam para tentar diminuir, quiçá um dia acabar, com o preconceito e a desvalorização da mulher.

Mesmo depois de três séculos e com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência doméstica, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Mas como diz o poeta, ser mulher é viver mil vezes em apenas uma vida. É lutar por causas impossíveis e sempre sair vencedora. É estar antes do ontem e depois do amanhã. É desconhecer a palavra recompensa apesar dos seus atos. Parabéns a você Mulher.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Talento a prova

Atores dos filmes Harry Potter tentam provar que podem ser mais que bruxinhos

Desde o fim de Harry Potter as pessoas pareciam não acreditar em um futuro promissor para os jovens atores que ficaram conhecidos mundialmente pelos filmes do bruxinho. Mas Hollywood tem testado o talento de Daniel Radcliffe e Emma Watson.

Radcliffe surpreendeu ao protagonizando A Mulher de Preto. O filme conta a história de um jovem advogado, Arthur Kipps, que viaja para uma região remota de Inglaterra para cuidar dos papéis de um cliente recém-falecido. Enquanto trabalha em uma isolada cada antiga, kipps começa a descobrir seus trágicos segredos. O fantasma de uma mulher amaldiçoa a casa e todo o vilarejo.

Em um filme voltado para uma faixa etária totalmente diferente a de Potter, Daniel agradou. Mas, ao mesmo tempo, ainda é difícil desvincular a imagem do ator a Harry.

Agora é a vez de Emma mostrar a que veio. A atriz irá assumir um dos papéis principais do novo filme The Bling Ring, da diretora Sofia Coppola. Baseado em fatos reais, o filme conta a história de um grupo de adolescentes obcecados pela fama que invadem as casas de celebridades. Beverly Hills será o cenário da trama.

Além de estar envolvida no projeto A Bela e a Fera, de Guilherme del Toro, e no drama Your Voice in my head, do diretor David Yates, Watsson, fez uma participação em Sete dias com Marilyn.

Será que a Sta. Emma Watson conseguirá se desligar da inteligente Hermione Granger? Só nos resta esperar pela estreia.