sexta-feira, 15 de junho de 2012

Os antigos continuam exuberantes


Og Pozzoli: o pai do antigomobilismo




Ter um carro está nos planos de muita gente, mas para muitas pessoas é muito mais que ter um veículo, é curtir uma paixão. É como ter pedaço da história em sua própria garagem. Os carros antigos não são simplesmente carros, são peças raras feitas à mão, em uma época em que não se tinha pressa e que passear em um deles era um acontecimento.
Mas como falar de carros antigos sem falar de Og Pozzoli? E lá fui atrás daquele que é considerado o “pai” do antigomobilismo. Confesso a vocês que fui surpreendida. Og me recebeu em seu escritório na Av. Pacaembu, ao chegar me deparei com uma Mercedes branca de 40 anos atrás, uma verdadeira obra de arte bem ali estacionada.  Subindo a escadaria do imóvel, bem no topo me esperava um senhor de cabelos brancos e um bigode bem simpático. Era Og.
O empresário, de 81 anos, é dono de uma colação de 170 carros restaurados e guarde em seu acervo mais que máquinas, guarda muitas histórias. Og é proprietário, por exemplo, do Lincon 1938, carro que carregou o Papa João Paulo II, em sua primeira visita ao Brasil. Adivinhem quem foi o motorista? Seus carros também fizeram parte da homenagem aos 70 anos da Imigração Japonesa. E desta vez, Og dirigiu para a imperatriz Michiko, na época princesa do Japão.
Og Pozzoli começou sua coleção sem perceber. Seu primeiro carro que se tornou artigo de colação foi um Lincon Continental 1948, ele o adquiriu em 1958. “Era um o carro topo de linha da Ford, mas dez anos depois ninguém mais o queria.” É até fácil explicar os motivos da rejeição do carro. Para quem era rico, dez anos depois, o carro já era velho, para quem não tinha tanto dinheiro ter um Lincon Continental 1948 significava prejuízo, pois consumia muita gasolina.
Um ano depois, Og comprou um fusca, “não tive coragem de me desfazer do Lincon. Com ele conquistei meu sucesso como empresário, e foi com ele que conheci minha esposa”. Resultado acabou ficando com os dois. Mais tarde adquiriu um Ford 28, só passar o carnaval. Isso era o que Og pensou que fosse acontecer, mas mais uma vez não conseguiu se desfazer do carro. “Foi aí que descobri que tinha espírito de colecionar”, afirmou o empresário.
E foi assim, carro após carro que Og foi montando sua colação. Mas o empresário faz questão de ressaltar que há uma grande diferença entre carro antigo e carro velho. “É melhor ter poucos carros, mas todos bem restaurados, que muitos mal cuidados.”
Como diz o ditado dos antigomobilistas, carro parado, sinal de carro quebrado. Manter essas ‘belezinhas’ não é tarefa fácil. “Os mantenho totalmente desativados. Eles ficam em cavaletes, sem gasolina, água ou óleo”, alerta Pozzoli.
Se me permitem, tenho outra confissão a vocês. Depois de testemunhar o brilho do olhos de Og Pozzoli ao falar de suas jóias, não é difícil entender como é fácil se fascinar pelo mundo dos antigos. Como o próprio Og definiu “este é um mundo encantado.”

terça-feira, 12 de junho de 2012

Matérias!!

Matérias antigas, mas gostosinhas de rever!!

Cofitto proíbe venda de pacotes estéticos em sites de compras coletivas


De onde vem tanta fé?

terça-feira, 5 de junho de 2012

Mico Nosso de Cada Dia!!

Quem mandou querer ser aluno de comunicação!! Não podia dar em outra.





O “Futebor” tem dessas coisas!



Quando a gente acha que já viu de tudo, somos surpreendidos com a notícia de que o Ronaldinho Gaúcho irá integrar seu elenco do Galo

Enquanto todos especulavam o fim da carreira do ex - camisa 10 do Flamengo, o Atlético Mineiro fazia, ontem (4), o anúncio de que Ronaldinho será o seu novo camisa 49 do clube.
Tento seu nome envolvido em tantas polêmicas quase se faz das alegrias que o craque já proporcionou a todos os brasileiros. Considerado um dos melhores do mundo, Ronaldinho nasceu na linda Porto Alegre, no sul do País, e teve a sua infância ligada ao esporte, especialmente por influencia de seu irmão, Assis, que é ex-jogador do Grêmio e Fluminense.
Ronaldinho Gaúcho marcou história no Barcelona, passou também por Grêmio, Paris Saint Germain, Milan e, finalmente, o Flamengo, de onde saiu pela porta dos fundos. Ele cobra do clube 40 milhões de reais, valor que, segundo ele, o Flamengo lhe deve.
Será que o problema são os clubes ou os jogadores? Ronaldinho Gaúcho não foi o primeiro a protagonizar cenas dignas de novela das 9h. Craques consagrados como o Ronaldo Fenômeno, Adriano e Roberto Carlos também deram o que falar no mundo do futebol.
Roberto Carlos, depois de criticar o comportamento da torcida corintiana, deixou o clube para jogar no Anzhi Makhachkala, na Rússia, onde apesar de ter sido alvo de preconceito por parte da torcida, após o treinador Gadzhi Gadzhiev ter sido demitido, assumiu interinamente a função de técnico, além de continuar jogando.
Ronaldo Fenômeno, que assim como Roberto Carlos voltou para o Brasil e foi parar no Corinthians, após a desclassificação precoce na Libertadores, em 2011, o Fenômeno não conseguiu mais suportar suas dores físicas, e decidiu anunciar oficialmente a sua aposentadoria oficialmente à imprensa. Segundo ele, sua aposentadoria se deu pelo fato de estar enfrentando seguidas lesões, inclusive revelando que sofria hipotireoidismo, um distúrbio metabólico que desacelera o metabolismo e dificulta a perda de peso. O jogador afirmou que o problema poderia ser resolvido com ingestão de hormônios, porém, esta prática é proibida no futebol, e acarretaria numa suspensão por doping. Porém, médicos discordam que o tratamento seja confundido com doping inclusive o próprio médico do Corinthians, que afirmou que Ronaldo não tinha esta doença. Além do mais esta doença evita emagrecer, mas não engorda.
O Adriano, que ganhou o apelido de Imperador, durante sua atuação no Inter, também passou pelo time alvinegro, e não jogou nada. Hoje começou a fazer fisioterapia no Flamengo para se recuperar de uma cirurgia feita no tendão de Aquiles do pé esquerdo.
Gênios com as bolas nos pés, mas polêmicos quando o assunto é vida pessoal. Só nos resta agora esperar para ver qual será a próxima que nossos craques irão aprontar.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Brasil X Mano Menezes



Vamos combinar, não precisa ser nenhum PHD em Futebol para saber que a equipe de jogadores que integram a seleção brasileira não está jogando metade da metade do estamos acostumados e gostaríamos de ver.
Desde a derrota de 2 a 0 para o México, no jogo de ontem (3), em Dallas, a impressa e os torcedores não tem falam sobre outra coisa. O problema é que todos com o mesmo discurso. Eles insistem em comparar a goleada no jogo contra os Estados Unidos, considerada uma das seleções mais fracas do mundo, e a péssima atuação do Brasil contra o México.
Já para mim, que não sou nenhuma expert em futebol, apesar de já ter feito parte do time feminino do Parque do Povo, Sucatinhas, há alguns anos, o erro vem desde que Mano Menezes assumiu o comando da seleção, em julho de 2010, e não consegui desde então montar um time forte.
As especulações são de que se no próximo jogo o Brasil não conseguir bater a Argentina cabeças podem rolar, a primeira seria a do Mano. Não consigo entender o porquê disso, se já se passaram quase 2 anos e ele não conseguiu formar um time, o que leva o povo a ter esperança de que ele conseguirá formar um muito bom para disputar a COPA DO MUNDO de 2014?
Contudo, assim como todos os brasileiros, estou na torcida pela vitória da nossa seleção, não quero agourar ninguém... Pra frente Brasil!!