sábado, 20 de julho de 2013

Durma sem calcinha e seja feliz

A iniciativa faz parte do Movimento pela Saúde Íntima da Mulher, para
incentivar hábitos simples que fazem a diferença na saúde da região íntima




Você deve ter ficado se perguntando por que celebridades como Ana Maria Braga, Fernanda Paes Leme, Fernanda Souza, Ticiane Pinheiro, Luciana Gimenez e Monica Apor andaram usando a hastag #DurmoSemCalcinha, no twitter. Tudo não passou de uma campanha divertidíssima promovida por Dermacyd para conscientizar as mulheres sobre a importância do cuidado com a região íntima. A novidade faz parte do Movimento pela Saúde Íntima da Mulher (SIM), lançado pela marca em 2012.
“No ano passado, o Movimento SIM viajou pelo Brasil com a Clínica Móvel Dermacyd®, visitando várias cidades, levando orientações e atendimento médico. Agora, queremos gerar ainda mais informação e conhecimento, de forma leve e descontraída, sem deixar de lado a seriedade. Dermacyd é um aliado das mulheres no trabalho de prevenção de problemas ginecológicos”, explica Deborah Goldkorn, gerente da marca Dermacyd® da Sanofi.
Hábitos simples como dormir sem calcinha e usar sabonete íntimo fazem diferença na saúde íntima. Ao dormir sem a peça a região fica mais ventilada, assim impede que as bactérias, que gostam de ambientes quentes, consigam se reproduzir, prevenindo diversas doenças, como infecção vaginal, por exemplo.
Poucas pessoas conseguem se acostumar a dormir sem roupa, prova disso é que um estudo feito nos Estados Unidos que mostrou que menos de 10% da população dorme dessa maneira. Mas o que pode ser um grande incentivo para as mulheres é que dormindo sem calcinha também emagrece, você vai dormir melhor e acordar com menos fome. Isso acontece porque durante o sono os níveis de cortisol (hormônio do estresse) diminui e quem dorme mal acaba acordando e interrompendo este nível. Quando há esta interrupção você acorda com mais fome.
No Brasil, segundo pesquisa da Kantar World Panel, somente 15% das brasileiras usam sabonete líquido íntimo, um número muito baixo, por isso fique de olho, a campanha #DurmoSemCalcinha terá continuidade na página de Dermacyd no Facebook, com informações e Quizz para as mulheres testarem o conhecimento sobre o assunto, identificarem o que é mito e o que é verdade, além de receberem dicas de higiene íntima para ajudar no cotidiano agitado.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O sonho de ser mãe e a desilusão com os filhos


É difícil precisar em que época foi estabelecido o conceito de que uma mulher só será completa quando gerar um filhos. Mas há anos mulheres perdem noites de sono imaginando como será quando o grande dia chegar. Foi isso que aconteceu com Lucinda, 60 anos.
Luci, como prefere ser chamada, casou-se ainda muito jovem, quando tinha apenas 16 anos, no interior de Minas Gerais. Ela conta que era muito apaixonada e se sentia extremamente feliz com o amado, no entanto, para completar a felicidade do casal faltava uma criança.
Foi quando Luci conseguiu engravidar, porém a alegria não dourou por muito tempo, após alguns meses de gestação – ela não sabe ao certo quanto – sofreu um aborto espontâneo. Passado algum tempo ela engravidou novamente, mas mais uma vez o sonho de ser mãe foi interrompido. Segundo o médico consultado na época, Luci não poderia voltar a engravidar, “uma nova gestação poderia ser fatal”, recorda.
Luci então resolveu que deveria aceitar a sua realidade e que deveria esquecer a ideia de ser mãe.  Foi quando o casal mudou-se para São Paulo. Por ironia do destino, uma vizinha bateu em sua porta e pediu para que ela olhasse seu bebê por alguns dias, pois precisava fazer uma viajem e não tinha com quem deixar sua filha. Luci, claro, aceitou.
Quase 15 dias depois e nem sinal da mãe da criança. Um mês havia se passado, quando a mãe voltou e disse que não tinha condições de criar a criança. Luci, uma mulher de bom coração, adotou a menina. “Ela se transformou em uma mulher guerreira, tenho muito orgulho da minha filha”, conta Luci.
A filha de Luci, teve um filho, que aos 15 anos de idade resolveu se assumir homossexual. No inicio a família não quis aceitar, a avó chegou até a levar o garoto ao médico na esperança de uma possível “cura”. “O médico me explicou que homossexualidade não é uma doença, portanto, não poderia ser curado com remédios”, desabafa.
Se vendo de mãos atadas, a família achou por bem acolher o rapaz, ajudando-o a superar todo o preconceito existente. Depois de diversas cirurgias ao decorrer dos anos, Thiago já não é visto por todos como homem, ele se transformo em uma mulher de parar o transito e chama atenção por onde passa.
No entanto, tanto “sucesso” fez com que o jovem começasse a explorar Luci para manter seus “luxos e vícios”. “Ele roupa meus cartões de crédito e eu me vejo obrigada a pagar para não ter o nome sujo”, explica.
Mas para Luci, apesar de doloroso, diz que este é dos males é o menos. “O que mais me dói é saber que dei tanto amor a uma pessoa e hoje ela me ameaça, me xinga, já chegou até a me agredir fisicamente com empurrões”, afirma.
Isso foge do ciclo natural de vida, em que a mãe cuida do filho e mais tarde o filho passa a cuidar da mãe. No entanto, isso é mais comum do que se imagina. Segundo dados do site do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), a violência psicológica e a financeira estão presentes em 85% das demandas relacionadas a crimes contra idosos atendidos pela Central Judicial do Idoso (CJI), durante o ano de 2012. Em 50%, houve queixa de violência psicológica, caracterizada por insultos, ameaças e outros tipos de agressões verbais e gestos que afetam a autoimagem, a identidade e a autoestima do ofendido. Em 35% dos casos, foi registrada violência financeira ou patrimonial na qual ocorre indevida exploração da renda e apropriação do patrimônio do idoso, às vezes obrigando-o a contrair empréstimos e outras dívidas ou a se desfazer de seus bens.
Apesar de todo o sofrimento, Luci continua acreditando no ser humano. Recentemente adotou mais uma criança, que cuida como se tivesse nascido dela mesma.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Chorão nos deixou para entrar na eternidade



"Sabemos que a partida deste mundo é algo normal e que, de repente, as pessoas vão para um lugar melhor, ao menos é o que dizem, não sabemos se é verdade ou não, pois ninguém nunca voltou para nos contar como são as coisas. Tudo é apenas conjecturas. O verdadeiro sentimento neste momento é a saudade, a dor da perda. É um momento complicado para quem fica, pois, são os vivos que continuam com a consciência  da existência, quanto os que partiram, deixam tudo para trás, mergulhando no amanhã inevitável e completamente maravilhoso. Talvez estejam nos olhando de onde estão, talvez não. Ou ainda, esperam que nós encontremos as respostas para nossas perguntas e, de alguma forma, possamos compreender o que não se pode entender, pois nem tudo nesta vida é para nossa compreendermos, por exemplo a morte".
Hoje todos acordamos mais triste, pois uma grande estrela do rock nacional passa a brilhar no céu, Alexandre Magno Abraão, o Chorão, líder da banda Charlie Brown Jr. O cantor foi encontrado morte em seu apartamento, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo.
Chorão era cantor, compositor, cineasta, roteirista e empresário, mas será eternamente lembrado por suas canções, verdadeiras poesias, afinal como ele mesmo disse em uma de suas letras tinha “habilidade de fazer histórias tristes virarem melodia”. O cantor escrevia com uma facilidade incrível e fazia isso de uma maneira ímpar.
Nosso poeta nos deixou, não está mais entre nós, mas certamente entrou para eternidade.  Chorão hoje faz o mundo chorar. Só os loucos sabem o quanto você deixará saudades.

terça-feira, 5 de março de 2013

Nada é para sempre


“Estou apaixonado por outra pessoa!”. Quando ouvimos isso de alguém que gostamos demais, por um momento passamos a acreditar que essa frase seria capaz de acabar com tudo o que sonhamos. Mas muitas vezes nos surpreender e somos tomados por uma força que nem sabíamos que existia.
Depois de um tempo falar sobre essa tal pessoa torna-se mais fácil e deixa de ser doloroso.
Você deve estar se perguntando, mas e as lembras? Essas continuam lá, em nossa memória, no entanto, a cada dia elas se fazem menos presentes.
Às vezes, em um momento de devaneio, pensamos em como gostaríamos de estar no lugar da outra (o), pois ela tem tudo o que era seu, tudo o que mais desejava. Contudo o tempo se encarrega de curar todas as feridas e o que sobra é a sensação de liberdade. Finalmente você está livre daquele que tanto amou, e torna-se capazes de voltar a sonhar, desejar, divertir-se, afinal o luto acabou.
É importante saber que o amor dura o tempo que tem que durar, as relações são assim, como já dizia Cássia Eller “o pra sempre, sempre acaba”. A vida é curta demais para nos apegarmos a coisas que não nos levarão a lugar algum.
Permita-se viver, pois a felicidade é feita de momento. E vive-los intensamente, sem reservas, lhe proporcionará uma existência feliz e tudo terá valido a pena. 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Como se achar sem nunca se perder?

"Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia", já dizia Lulu Santos


Não há uma fórmula mágica para nos acharmos antes mesmo de nos perdermos. Pode ser que descubramos que complicamos demais, mas antes que as coisas simplesmente aconteçam nunca seremos capazes de entender.
No amor essas armadilhas aparecem o tempo todo. Quem nunca se preocupou por estar feliz demais com aquela pessoa que parece ser perfeita? Ou sentiu aquele friozinho na barriga que nos faz querer ir mais devagar? Isso assusta, não é mesmo?

Ter medo não é algo ruim, mas cabe a nós decidirmos se vamos ou não enfrentá-lo. Quando estamos apaixonados pequenas escolhas podem significar abrir mão de muito. Descobri que a felicidade não é uma ciência exata que pode ser planejado, pois, às vezes, para fazer quem amamos feliz somos capazes de abrir mão dela, deixamos que vá, siga seu caminho, mesmo que isso custe alguns sorrisos ou ter que enxugar algumas lágrimas.
Mas o mais importante é saber que tudo deve acontecer ao seu tempo, não devemos esperar das pessoas mais do que elas são podem nos dar. Outro dia ouvi uma filosofia de vida, de um autor desconhecido, que dizia “não crie expectativas, crie porcos. Pois no final se tudo der errado você ainda poderá fazer pururuca”. OK! Eu concordo que a frase não é a mais bela, mas pra mim faz todo sentido.