Aparentemente manter um relacionamento virtual parece ser a coisa mais inofensiva do mundo. No entanto, essa questão tem levantado opiniões adversas sobre o assunto.
Enquanto alguns defendem que só pode ser considerado traição quando existe algo carnal, há quem diga que traição não é somente a materialização do ato e consideram que pensamentos obscenos, ocultos e imaginários é a concretização de uma traição que reside na imaginação.
Esse tipo de situação pode acontecer em relacionamentos curtos ou longos, como é o caso de uma mulher, que estava casada há mais de 30 anos, quando percebeu que seu marido começou a mudar. Em entrevista ao site G1 ela afirma que seu esposo se transformou em um homem seco e estranho; quando questionado sobre a vida sexual do casal, respondia que já não sentia mais tesão e nem vontade, lembra a mulher traída.
Quando descoberta a tração, mesmo que por meios eletrônicos, machuca, e machuca muito. Pois por mais que seja algo não carnal, a quem está sendo traído pode transparecer um caráter, às vezes, maior do que o real. O fato de ser virtual pode quebrar as barreiras da timidez, portanto, faz com que as pessoas sintam-se mais livres para se abrirem.
Ainda há quem diga que esse tipo de traição é apenas primeiro passo para a famosa “pulada de cerca”. Após tantas conversas, barreiras e timidez deixadas de lado, a tendência é transformar o que era virtual em real, assim consumado o adultério.
Nenhum comentário:
Postar um comentário